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Nossos recursos: “Anos dourados, ou anos sombrios?”

Nossos recursos: “Anos dourados, ou anos sombrios?”

Em 2050, quando nós – ou nossos filhos – olharmos para o tipo de mundo que tivermos moldado durante nossa vida e legado a nossos descendentes, o que veremos?

Sob muitos aspectos, estamos vivendo anos dourados. Os últimos 25 anos testemunharam o que o economista Branko Milanovic denomina “provavelmente o rearranjo mais profundo da situação econômica dos povos desde a Revolução Industrial.”Milhões de famílias em todo o mundo realizaram uma “grande fuga” da pobreza. A expectativa de vida está aumentando, doenças como a malária e o sarampo estão retrocedendo, e mais crianças estão na escola do que nunca. A população mundial está se estabilizando devido ao progresso em áreas como os serviços de saúde reprodutiva, direitos da mulher e a educação das meninas. E o número de crianças que morrem a cada dia reduziu-se à metade desde 1990: isso significa que 17.000 crianças a mais, a cada dia, agora viverão para realizarem suas potencialidades.

Cada vez mais mulheres e homens têm agora a chance de sustentar suas famílias, perseguir seus sonhos e experimentar uma vida livre de pobreza. Milhões de empresas foram formadas, e novos empregos foram criados, enquanto um número crescente de pessoas tornaram-se capazes de realizar o seu potencial criativo. Na Tearfund, tivemos o privilégio de acompanhar milhões dessas famílias, com as quais compartilhamos problemas e celebramos sucessos.

Mas esses anos dourados ainda não se estendem a toda a gente. Um bilhão de pessoas permanece aprisionado numa camada inferior, predominantemente em zonas de guerra e áreas sem governo do mundo, onde elevar-se da pobreza é mais difícil do que nunca. Tal subida continua perigosa e precária, e um grande número daqueles que ascenderam recentemente permanece vulnerável: uma escorregadela ou crise pode mergulhá-los de volta na pobreza. Vemos igualmente uma crescente vulnerabilidade nos países desenvolvidos, à medida que as redes de segurança são desgastadas e os salários estagnados.

O futuro que queremos, tanto pra nós, quanto para as gerações vindouras deve ser pensado e planejado coletivamente. Dentro deste planejamento, pensar em uma economia restauradora é imprescindível. Assumindo o pioneirismo que nos é peculiar, Tearfund lançou um documento sobre o assunto. Este documento destina-se a promover a catalisação de um debate muito necessário sobre como moldaremos o futuro de nossa sociedade e de nosso mundo. As ideias encerradas nele são deliberadamente ousadas e radicais.

Quer saber mais? Acesse o pdf do documento clicando aqui:Tearfund TheRestorativeEconomy summary Port

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